No filme “Titanic” há uma cena em que vemos J. Bruce Ismay – proprietário do transatlântico que naufragou em sua viagem inaugural, matando cerca de 1,5 mil pessoas – escondendo-se entre mulheres e crianças para conseguir se salvar em um bote (Ismay foi interpretado nas telas pelo ator Jonathan Hyde). Covardia? Instinto de sobrevivência? Pois bem, Ismay acaba de ganhar uma biografia no Reino Unido. O livro, assinado por Frances Wilson, mostra que a sobrevivência foi um longo e lento castigo para o dono do Titanic: ele passou a vida sob duras críticas, perdeu os amigos e recebia frequentes ameaças. Seu “naufrágio” pessoal foi consumado quando se descobriu que foi ele quem decidiu reduzir de 48 para 16 o número de botes no convés do navio.
domingo, 7 de agosto de 2011
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